21.5.18

STANLEY


Desde 1843, a STANLEY define o padrão de excelência e qualidade em ferramentas. Poucas marcas no mundo têm uma história mais forte ou inovadora em oferecer as ferramentas certas que ajudam profissionais e amadores de todo o mundo a construir, reformar e proteger milhões de imóveis. Desde um pai de família que instala um ventilador de teto até o empreiteiro profissional que constrói novas residências, é seguro apostar que a STANLEY tem a ferramenta certa para o trabalho. 

A história 
As origens da empresa remontam ao ano de 1843 quando Frederick Trent Stanley, um comerciante de 41 anos de idade, juntamente com seu irmão mais novo, William Stanley, fundou a Stanley’s Bolt Manufactory na pequena cidade de New Britain, estado americano do Connecticut. Inicialmente a modesta oficina fabricava parafusos, dobradiças e outras ferramentas em ferro forjado. Com qualidade superior e inovações constantes, os produtos da marca começaram a ganhar reputação na região. Em 1854 a empresa começou a fabricar réguas de precisão. Pouco depois, em 1857, mesmo ano em que lançou no mercado medidores de precisão, seu primo Henry Stanley fundou a Stanley Rule e Level Company, uma empresa para produzir aparelhos de medição e ferramentas manuais, também sediada na cidade de New Britain. Ambas as empresas cresceram em paralelo ao longo das décadas seguintes, acumulando uma vasta gama de produtos e uma impressionante experiência no setor, como por exemplo, em 1863, quando a STANLEY adicionou o martelo a sua linha de produtos; ou em 1870 com o lançamento das primeiras chaves de fenda.


Em 1902, a empresa que já se chamava Stanley Works começou a exportar seus produtos. A empresa ampliou sua capacidade produtiva nos anos seguintes com a inauguração de novas fábricas em Niles (1909), estado de Ohio e estrategicamente localizada no cinturão de aço do nordeste americano, e no Canadá em 1914. Ainda em 1914 lançou o grampeador de alta pressão, ideal para o uso em tapeçarias, estofados, molduras, entre outras atividades. Em 1920, as duas empresas se uniram para formar oficialmente a STANLEY WORKS para produzir ferramentas manuais. Isto permitiu que a empresa aumentasse sua força de trabalho em aproximadamente 1.200 trabalhadores e suas vendas líquidas em US$ 6 milhões. A empresa continuou a crescer e a expandir-se nos anos seguintes com um lendário compromisso de qualidade e serviço, como por exemplo, em 1926, quando a STANLEY já estava produzindo ferramentas na Alemanha. Em 1931, de forma inovadora, a empresa apresentou a Stanley Magic Eye, primeiro operador automático de portas giratórias do mundo, ingressando assim em uma nova categoria de mercado. Ainda neste ano, lançou sua primeira fita métrica de aço. Uma série de outros produtos também foram introduzidos durante o período, mais notavelmente uma linha de ferramentas elétricas, que foram produzidas sob uma nova divisão estabelecida em 1929.


Pouco depois, em 1936, a marca lançou no mercado o estilete. Em 1937 a STANLEY ingressou no mercado do Reino Unido através da aquisição de outra empresa. Apesar dessas inovações, esta década foi marcada por um período de grandes dificuldades e prejuízos em virtude da Grande Depressão econômica que assolou os Estados Unidos e atingiu duramente o setor de construção e, portanto, as indústrias de ferramentas e ferragens. Com o advento da Segunda Guerra Mundial, a empresa, por necessidade, foi forçada a se readequar, transformando-se em fabricante de equipamentos militares. O baby boom do pós-guerra foi importante para a STANLEY, pois impulsionou a indústria de construção nos Estados Unidos e, portanto, a demanda por ferramentas. Além disso, a empresa também se beneficiou com o chamado “Do It Yourself” (Faça Você Mesmo) no segmento de reformas domésticas. Em 1961, a STANLEY lançou no mercado sua primeira furadeira portátil sem fio. Ainda nesta década a empresa continuou sua expansão internacional ingressando no mercado australiano (1963). Foi também em 1963 que a marca lançou a inovadora fita métrica PowerLock, com caixa e bloqueio da fita, permitindo uma medição mais precisa e segura.
 

Pouco depois, em 1966, a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores e, com o dinheiro levantado, expandiu-se ainda mais internacionalmente. Neste período a STANLEY adquiriu outras empresas, como por exemplo, a Berry Industries (fabricante de portas automáticas de garagem, em 1965) e a Ackley Manufacturing Company (ferramentas hidráulicas, em 1971). A expansão e inovação também atingiram a linha de produtos, como por exemplo, em 1975 com o lançamento de sua primeira porta automática de entrada deslizante. Além disso, a STANLEY lançou kits e malas de ferramentas completas. Em 1980, a marca ganhou enorme exposição ao projetar e instalar portas de plataforma para o Aeroporto Internacional de Orlando, na Flórida. Além disso, ao trabalhar mais de perto com atacadistas e varejistas, aumentou sua participação de mercado e, talvez o mais importante, ampliou consideravelmente o investimento em publicidade televisiva. Com isso o slogan “Stanley ajuda você a fazer as coisas direito” (Stanley helps you do things right) tornou-se familiar em diferentes línguas ao redor do mundo. Esta década também foi marcada pela expansão da marca para o continente asiático.


Em 1999 a marca lançou no mercado a linha FatMax®, composta inicialmente por fitas métricas e martelos anti-vibração, extremamente resistentes e mais ergonômicos. Já em 2008, a marca relançou suas tradicionais plainas manuais. Pouco depois, em 2011, introduziu as lâminas de carbono extremamente resistentes para serem utilizadas em estiletes. Em março de 2010, ocorreu a fusão entre a STANLEY e a Black & Decker, fundada em 1910 por S. Duncan Black e Alonzo G. Decker e que seis anos mais tarde mudou o segmento com a primeira patente de uma ferramenta elétrica portátil. A nova empresa fornecia ferramentas e soluções nas quais as indústrias, profissionais e os consumidores confiam para serem bem sucedidos quando realmente importa. Com isso, foi formada a maior fabricante do mundo de ferramentas e sistemas de segurança. Por mais de 170 anos, a STANLEY está constantemente comprometida em fornecer aos amadores e profissionais produtos inteligentes, resistentes, pioneiros e à altura do trabalho a ser realizado.


Cada ferramenta STANLEY é criada para ajudá-lo a trabalhar melhor, de forma inteligente e mais rápida. As equipes de desenvolvimento de produtos trabalham lado a lado todos os dias com verdadeiros profissionais, para verem como trabalham e identificarem as formas de ajudar a melhorar o seu desempenho. Significa que todas as ferramentas chegam ao mercado com algo especial: conhecimento. Desde a fita que ajuda nas medições exatas até o martelo que prega com força e exatidão, a STANLEY cria ferramentas que ajudam milhões de pessoas a darem o melhor de si. Além disso, a marca oferece serviços através das divisões STANLEY SECURITY (sistemas de segurança comercial abrangentes, incluindo alarmes de detecção, controles de acesso, vigilância por vídeo, detecção de incêndio e monitoramento 24 horas por dia), STANLEY ENGINEERED FASTENING (soluções de ponta para indústrias), STANLEY INFRASTRUCTURE (maior fabricante de ferramentas hidráulicas portáteis do mundo) e STANLEY HEALTHCARE (líder em soluções de segurança para idosos e crianças nos mercados de assistência médica, hospitais e casas de repouso com sistemas de rastreamento, monitoramento de temperatura e umidade, entre outros).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Na década de 1950 o logotipo assumiu definitivamente as cores amarela e preta. Em 2013 o atual logotipo da marca foi adotado e, apesar de manter as tradicionais cores, ganhou uma nova tipografia de letra (mais espaçada) e um pequeno detalhe na letra N.


Os slogans 
Performance in Action. (2013) 
Make Something Great. 
Stanley helps you do things right. (década de 1970)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1843 
● Fundador: Frederick Trent Stanley 
● Sede mundial: New Britain, Connecticut, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Stanley Black & Decker Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: James Loree 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 57.700 (Stanley Black & Decker Inc.) 
● Segmento: Ferramentas 
● Principais produtos: Martelos, chaves de fenda, alicates, soquetes e furadeiras elétricas 
● Concorrentes diretos: Würth, Makita, Bosch, Hitachi, Bahco, Gedore, Irwin, Tomboy Tools e Snap-On 
● Ícones: A cor amarela 
● Slogan: Performance in Action. 

A marca no mundo 
Atualmente a STANLEY, que pertence à empresa Stanley Black & Decker Inc., proprietária de marcas como Black & Decker, Dewalt e Craftsman, comercializa sua vasta linha de ferramentas (martelos, alicates, furadeiras elétricas, serras de mão, formões, entre outros itens) em mais de 100 países ao redor do mundo. A marca STANLEY oferece mais de 50.000 produtos diferentes para o público em geral, profissionais e setor industrial. 

Você sabia? 
As ferramentas STANLEY são fabricadas sob rigorosos padrões de qualidade internacionais, respaldadas por uma garantia de 2 anos contra defeitos de fabricação e funcionamento. 
A STANLEY está ativamente envolvida em diversas parcerias, como por exemplo, com o FC Barcelona (onde é uma das patrocinadoras oficiais), com a equipe da Nascar Joe Gibbs Racing através do piloto Daniel Suárez, ou com a MotoGP, campeonato de motociclismo mais importante do mundo. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 21/5/2018

9.5.18

GoDaddy


A GoDaddy é o lugar certo para milhões de pessoas nomearem suas ideias, construírem um site profissional, atraírem clientes e gerenciarem seu trabalho. Quer seja registrar um domínio, criar ou hospedar um site, a GoDaddy oferece soluções completas para que pessoas e empresas possam se comunicar e fazer negócios da maneira mais eficiente. Hoje em dia, a missão da GoDaddy é fazer os negócios menores serem mais eficientes do que são, ajudando-os a usar o poder da internet. 

A história 
Tudo começou com Robert Ralph Parsons (foto abaixo), mais conhecido como Bob, um condecorado veterano de guerra que serviu no corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos no Vietnã, que após vender por milhões de dólares sua empresa de softwares em 1994 decidiu se aposentar. Porém, sua aposentadoria não duraria muito. Isto porque no ano de 1997 ele fundou a Jomax Technologies, que nascia com uma missão muito concreta: disponibilizar a qualquer pessoa uma forma de expor as suas ideias online. Com a internet ainda engatinhando, a nova empresa iria oferecer registros de domínio e hospedagem de sites.


Em 1999, um grupo de funcionários da Jomax Technologies decidiu que a empresa precisava de um novo nome. O problema do nome Jomax - inspirado em uma estrada por onde Bob Parsons passava sempre – era que não fixava na cabeça das pessoas. Por isso era necessário encontrar um nome mais eficaz, especialmente naquela altura em que a empresa começava a crescer e avançar no mercado americano. Após uma semana de tentativas frustradas, alguém no escritório perguntou: “E que tal Big Daddy?”. Todos riram, mas a ideia não foi descartada: após uma pesquisa, constataram que o nome já estava sendo utilizado. Então, Bob Parsons perguntou “e Go Daddy?” (“Vai, Papai”, em tradução literal para português): o domínio estava disponível e recebeu a aprovação de todos. Surgia assim o nome Go Daddy.com. No ano seguinte, a GoDaddy tornou-se um registrador de nomes de domínio credenciado pelo ICANN, um órgão subordinado ao governo americano. Isto deu ainda mais credibilidade para a empresa, cujo diferencial estava na grande variedade de extensões disponíveis para registro, e também nas opções de privacidade de domínio oferecidas.


Até o final de 2004, a GoDaddy era uma marca pouco conhecida pelo público em geral. Porém, no início de 2005 a GoDaddy começou a investir pesado em marketing e propaganda, o que culminou com a veiculação de seu primeiro comercial no intervalo do Super Bowl (final do futebol americano profissional e programa de maior audiência nos Estados Unidos). Coincidência ou não, ainda este ano a GoDaddy se tornou se tornou a maior empresa de registro de domínios do mundo credenciada pelo ICANN (abreviação para Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), gerenciando mais de 11 milhões de domínios na internet. Nos anos seguintes, além de ingressar em novos mercados mundiais, a empresa, juntamente com os serviços de hospedagem e registro de domínio, passou a oferecer soluções e serviços de e-business, como por exemplo, email marketing, desenvolvimento de sites, serviços de marketing na internet, loja virtual, SSL e serviços de segurança. Em 2009, a empresa já superava a marca de 1 milhão de clientes. No início de 2010, em resposta a uma nova regra do governo chinês, a GoDaddy parou de registrar sites no país.


Pouco depois, no final de 2011, Bob Parsons vendeu o controle da empresa para um consórcio formado por fundos de investimentos e deixou o cargo de CEO na época. Com uma nova administração e estratégia, em 2012 a empresa ingressou no enorme mercado indiano. Finalmente em 2013, a GoDaddy desembarcou oficialmente no mercado brasileiro, e passou a oferecer uma página de acesso e suporte em português, com consultores baseados no país. Em termos de marketing, no entanto, a GoDaddy até que desembarcou comportada no Brasil. A primeira peça publicitária exibida em canais pagos mostrava um inofensivo cachorro pug falante. Havia também uma escultural morena, mas, estranhamente para uma peça de marketing feita pela GoDaddy, o destaque era para o cão. Pouco depois, o foco foi a América Latina, com a abertura de operações no México, Argentina, Colômbia, Venezuela, Chile e Peru. Além disso, estreou em 21 novos mercados da Europa. Nos anos seguintes, a GoDaddy adquiriu várias outras empresas, incorporando assim novos serviços ao seu portfólio de produtos.


A polêmica comunicação 
E coloca polêmica nisso. Conhecida por seus comerciais polêmicos, de “gosto duvidoso” e por vezes sexista, a marca lançou uma série de campanhas controversas, geralmente envolvendo mulheres com generosos decotes. O próprio fundador da empresa definia a comunicação da marca como “divertida, nervosa e um pouco inapropriada”. Os primeiros anúncios de televisão da marca foram estrelados pela então popular lutadora da WWE (World Wrestling Entertainment), Candice Michelle, geralmente aparecendo de uma maneira sexualmente sugestiva. Ela ficou conhecida pelos fãs como “The GoDaddy Girl” e realizava a “GoDaddy Dance” (girando os braços ao redor de seu corpo enquanto gira lentamente). Em 2005 a marca começou a anunciar nos intervalos do Super Bowl, evento esportivo mais importante dos Estados Unidos e que possui os 30 segundos mais caros da televisão mundial. Desde então, a marca se tornou presença constante nos intervalos do Super Bowl, o que contribuiu para fortalecer a imagem e conhecimento da marca, não somente nos Estados Unidos, como em muitos países no mundo. Mas essa presença no Super Bowl também é conturbada, com comerciais sendo censurado e outros causando enorme polêmica, como um ardente beijo entre uma bela modelo e um típico nerd. Em 2013, o ator Jean-Claude Van Damme estrelou uma série de comerciais da marca em uma tentativa de se afastar de sua imagem polêmica e até sexista.


Já em relação aos esportes, em 2007, a GoDaddy começou a patrocinar a piloto da Fórmula Indy Danica Patrick (foto abaixo), que posteriormente começou a desempenhar um papel de destaque nos comerciais da marca e se tornou sua principal garota-propaganda (The GoDaddy Girl), sendo uma verdadeira estrela em um segmento amplamente dominado por homens. Danica andou com as cores da GoDaddy tanto na Fórmula Indy quanto na Nascar (categoria mais popular do automobilismo americano) até 2015. A GoDaddy, principal patrocinadora da carreira de Danica, está de volta. A marca retornou em 2018 para as últimas duas corridas da carreira da piloto. Nos últimos anos a GoDaddy vem tentando mudar a comunicação da sua marca, principalmente para atrair o público feminino. Mas não é uma tarefa fácil para uma marca que adora polêmica.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos. O logotipo original tem uma história curiosa: após muitas tentativas, a designer contratada para fazer o logotipo da marca estava em casa desenhando no computador com sua filha. Por acaso, uma das imagens que fizeram pareceu-lhe boa o suficiente para enviar a Bob Parsons. O fundador da GoDaddy adorou a imagem (um homem com o cabelo laranja, óculos com lentes verdes e uma estrela na cabeça) e decidiu então adotá-la como símbolo no logotipo da marca. A estrela na cabeça era uma clara alusão ao próprio Bob Parsons, que usava um brinco de diamante. Inicialmente escrita “Go Daddy.com”, este logotipo ganhou variações ao longo dos anos, como por exemplo, uma com um fundo oval preto. Em 2013, o logotipo perdeu a expressão “.com” e, pouco depois, o nome da marca passou a ser escrito GoDaddy. No início de abril de 2016, a marca apresentou um novo logotipo: enquanto o ícone permaneceu o mesmo, a fonte foi alterada, se tornando mais sóbria.


Os slogans 
Go You. GoDaddy. (2016) 
It’s go time! (2013) 
Name It. Make It. Own It. (2013) 
Domains, websites & everything in between! 
The web is your domain. 
Make a .com name with us.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1997 
● Fundador: Bob Parsons 
● Sede mundial: Scottsdale, Arizona, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: GoDaddy Inc. 
● Capital aberto: Sim (2015) 
● Chairman: Charles Robel 
● CEO: Scott Wagner 
● Faturamento: US$ 2.23 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 139.8 milhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 11.1 bilhões (maio/2017) 
● Presença global: 56 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 7.000 
● Segmento: Internet 
● Principais produtos: Registros de domínio, hospedagens de site e email marketing 
● Concorrentes diretos: Namechaeap, Enom, DreamHost, Bluehost, DomainRacer, Hostgator, UOL Host e Locaweb 
● Ícones: As ousadas campanhas publicitárias 
● Slogan: Go You. GoDaddy. 
● Website: br.godaddy.com 

A marca no mundo 
Atualmente a GoDaddy tem mais de 17 milhões de clientes globalmente (em sua maioria pequenas e médias empresas) e mais de 75 milhões de nomes de domínios gerenciados. Apesar de ser uma empresa norte-americana, a GoDaddy está presente em mais de 56 países, com suporte em 22 idiomas e 44 moedas. Com mais de 7 mil funcionários e faturamento superior a US$ 2.2 bilhões em 2017, a GoDaddy é a maior empresa de registros de domínio do planeta. Além disso, a empresa possui mais de 55.000 servidores, distribuídos em data centers nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Segundo informações da empresa, ao contratar uma hospedagem com a GoDaddy, a escolha do servidor é feita de acordo com a localização do cliente. 


Você sabia? 
Os principais escritórios da empresa estão localizados nos corredores de tecnologia mais modernos do mundo, como por exemplo, Vale do Silício, Cambridge, Seattle, Boston, Hyderabad, Belfast e Phoenix. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Newsweek, BusinessWeek, Forbes, Fortune, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 9/5/2018

27.4.18

PÉS SEM DOR


A Pés Sem Dor é uma empresa que oferece conforto e bem estar a milhões de brasileiros, eliminando ou reduzindo as dores dos pés, tornozelos e joelhos, oferecendo qualidade de vida através de palmilhas feitas sob medida, inovação e bom serviço. 

A história 
Tudo começou com o americano Thomas Amos Case (foto abaixo), um engenheiro mecânico formado pela tradicional Universidade de Michigan, que no mês de maio de 1977 havia sido um dos fundadores da Catho, inicialmente uma empresa de recolocação e recrutamento de executivos e que nos anos seguintes dominou o setor de recrutamento e seleção de pessoas no mercado brasileiro. Em 2006, a americana Tiger Management desembolsou uma cifra milionária (estimados US$ 50 milhões) para assumir o controle da empresa. Aos 69 anos com o dinheiro recebido, o empresário bem que poderia se dar ao luxo da aposentadoria, curtindo a vida em alto estilo e com uma fortuna capaz de garantir o futuro de mais de uma geração dos Case. Ele até que tentou. Mas seu instinto empreendedor falou mais alto.


Coincidentemente, tal como acontecera com a Catho, que ele resolveu fundar ao ser demitido de uma fabricante de silos agrícolas em que trabalhava, em Londrina, no interior do Paraná, a volta aos negócios se deu também em decorrência de motivos pessoais. Praticante diário de exercícios físicos, ele sofria com dores terríveis nas pernas e pés, em decorrência da deformação conhecida como “pés chatos” (que faz com que toda a sola do pé fique em contato com o solo e causa dores). Seu fisioterapeuta e personal trainer, por acaso, fabricava artesanalmente palmilhas para aliviar o desconforto e as dores. Em uma rápida pesquisa de mercado, ele e o fisioterapeuta verificaram que havia enormes oportunidades nessa área da ortopedia para produtos de alta qualidade. Afinal aproximadamente 80% da população brasileira têm algum tipo de dor nos pés e pernas. E mais: as palmilhas disponíveis no mercado nacional eram feitas artesanalmente e não tinham precisão.


Diante desta situação, eles rapidamente trataram colocar a ideia em prática. Fizeram as malas e foram para a Europa em busca dos fabricantes com a melhor tecnologia para a produção de ponta de palmilhas, e disponibilizá-las à população brasileira. Eles visitaram 14 empresas em seis países diferentes. Dentre as empresas, foram visitadas a Novel e PedCad, empresas alemãs, ambas com mais de 20 anos de experiência em pés, que eles fecharam parcerias. Fundada em 2009, com o sugestivo nome de Pés Sem Dor, a nova empresa tinha como sócios Case, que detinha 80% do capital, e o fisioterapeuta, que ficou com os restantes 20%. Inicialmente, os dois sócios construíram uma fábrica de palmilhas em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que abrigava os equipamentos alemães. A nova empresa prometia acabar ou reduzir com dores nos pés causadas por problemas como calos, joanetes, pés cavos ou chatos e até pelo uso prolongado de salto alto. As palmilhas eram confeccionadas sob medida, após uma avaliação com fisioterapeutas especializados.


A expansão da empresa começou em 2010 com a adoção do sistema de franquia. Além disso, a empresa passou a produzir também sandálias ortopédicas personalizadas, que eram feitas com base no molde das palmilhas dos clientes. As sandálias eram confeccionadas em dois modelos: FlipFlop e Comfort, e em diversas combinações de cores. Em 2013, já eram 10 lojas franqueadas espalhadas por cinco estados brasileiros. Apesar do crescimento os resultados ainda não eram satisfatórios e a empresa não conseguia produzir as palmilhas com os níveis de qualidade desejados. A virada começou em 2016 quando Case decidiu deixar de lado os tradicionais sistemas de produção 2D e migrar para a tecnologia 3D, cuja aplicação industrial ainda engatinhava. Para chegar ao estado da arte na produção de palmilhas, Case não economizou. Todas as lojas da rede Pés Sem Dor foram equipadas com baropodômetros, aparelhos que avaliam a pressão sob a sola dos pés, gerando informações que são transmitidas por scanners para as impressoras 3D instaladas no atual centro de produção de palmilhas, na região da Avenida Paulista, em São Paulo. Com esses equipamentos, a intervenção humana no desenho e fabricação das palmilhas é praticamente zero. Além disso, o antigo processo utilizava o EVA, uma espuma que necessita de descarte seguro dos restos em caçambas. Desde então, os produtos são feitos de um elastômero flexível chamado TPU.


Recentemente a empresa também resolveu focar seus esforços em uma fatia de possíveis clientes formadas por profissionais do comércio e da indústria que por conta de suas funções trabalham muitas horas diárias em pé, como os empregados de shoppings centers e fábricas, como funcionários de frigoríficos e operários em linhas de montagem. Atualmente, a Pés Sem Dor mantém projetos-pilotos para o emprego de suas palmilhas em trabalhadores da Bombril e do Naturafrig, um frigorífico baseado no Mato Grosso do Sul. Hoje em dia, o processo é simples e rápido: um scanner 3D faz o mapeamento da sola dos pés, e um programa de computador aplica as correções necessárias com o acompanhamento de um fisioterapeuta. O desenho é enviado para uma impressora 3D, que, em duas horas, imprime um par de palmilhas. A avaliação é gratuita nos pontos de venda da marca, que lembram mais um consultório médico do que uma loja. Segundo a empresa, a maioria dos clientes chega à Pés Sem Dor por indicação médica. Mais de 550 médicos indicam o trabalho da empresa. Além da avaliação com os aparelhos, os fisioterapeutas consideram também os hábitos do cliente.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma pequena remodelação. Isto ocorreu em relação ao tom de verde do pé (ficou mais escuro) e a adoção de uma nova frase abaixo do nome da marca (Palmilha Sob Medida).


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 2009 
● Fundador: Thomas A. Case 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Pés Sem Dor Brasil Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Thomas A. Case 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 44 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 100 
● Segmento: Ortopédico 
● Principais produtos: Palmilhas ortopédicas customizadas e sandálias ortopédicas 
● Concorrentes diretos: Sottopiede, TechFeet e Laboratório do Pé 
● Website: www.pessemdor.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a Pés Sem Dor, maior empresa no segmento de palmilhas customizadas do país, tem aproximadamente 45 lojas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Cuiabá, além de cidades no interior paulista como Ribeirão Preto, Sorocaba e Jundiaí. Não existe loja de rua. Todas as unidades são instaladas em prédios comerciais, como se fossem consultórios de fisioterapias. Cada par de palmilha custa em média R$ 500. Segundo a empresa, que já atendeu mais de 60 mil clientes, 94% deles estão satisfeitos com o produto e os 6% restantes receberam seu dinheiro de volta. 

Você sabia? 
A confiança em seus produtos e tecnologias levou o marketing da empresa a oferecer aos clientes a possibilidade de receber seu dinheiro de volta até três meses depois da compra, caso estejam insatisfeitos com suas palmilhas. 
Primando pela qualidade de serviço e atendimento, os funcionários da Pés Sem Dor passam por rigoroso treinamento, focando principalmente no atendimento ao cliente. Tanto os colaboradores como os franqueados são treinados. A empresa também se preocupa com a tecnologia em todas as etapas, desde o atendimento ao cliente até a fabricação das palmilhas ortopédicas sob medida. Todo o processo de avaliação e produção das palmilhas acontece em ambiente digital. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e PEGN), portais (UOL), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 27/4/2018

19.4.18

FAIXA AZUL


Acontece nos melhores almoços de família: assim que a massa é servida, o olho percorre a mesa à procura do queijo parmesão. E quando o assunto é parmesão, o tradicional Faixa Azul é o preferido de milhões de brasileiros. Ícone e sinônimo de queijo parmesão, a marca conquistou esse status ao manter uma receita tradicional e exclusiva por mais de 70 anos, que garante sabor e textura insuperáveis. E nos últimos anos a qualidade do parmesão se estendeu a outros tipos de queijos como brie, camembert e emmental, oferecendo assim a mais completa linha de queijos especiais do mercado brasileiro. 

A história 
O parmesão, um dos queijos mais apreciados do mundo, surgiu na cidade de Parma, na Itália, por volta do ano de 1200. Dali, ele ganhou fama como ingrediente de receitas das mamas, como gratinados, massas e risotos, e também pelo consumo puro, em lascas, sem ou com acompanhamentos como azeite. Apesar da qualidade parmigiano-reggiano ter denominação de origem controlada (só pode ser fabricado com esse nome nas cidades de Parma, Reggio Emilia, Modena, Bolonha e Mântua), a marca brasileira Faixa Azul se tornou sinônimo de parmesão no país. E sua história começou quando o imigrante italiano Don Vito Antonio D’April desembarcou no Brasil vindo diretamente da cidade de Parma, trazendo consigo uma receita do tradicional queijo parmesão. Pouco tempo depois, Mestre Vito, como ficou conhecido, iniciou à produção de seu queijo parmesão artesanal em São Gonçalo do Sapucaí, no sudoeste do estado de Minas Gerais.


O cuidado com cada detalhe, o processo adequado para salmoura e o tempo apropriado de maturação (12 meses) resultaram em um queijo de sabor sem igual. Para finalizar cada queijo, Mestre Vito dava um toque especial: uma faixa azul pintada à mão simbolizando a nobreza e a tradição de seus produtos. Rapidamente a notícia se espalhou e os queijos da “Faixa Azul” conquistaram o paladar de toda a região. Em 1940, este fato chamou a atenção da empresa Vigor, que tinha acabado de inaugurar uma fábrica na mesma cidade e convidou Don Vito para produzir o queijo parmesão. Faixa Azul tornou-se então a primeira marca de queijo parmesão produzido em escala industrial no Brasil, mantendo sua receita original e o acabamento artesanal. Inicialmente produzido em peças, nas décadas seguintes a marca lançou novas versões do tradicional queijo, como por exemplo, o ralado (que rapidamente caiu no gosto das famílias brasileiras pela praticidade), em lascas e o light (com gorduras totais reduzidas).


Em 2012, o tradicional queijo parmesão chegou às gôndolas em duas edições limitadas pensadas com exclusividade para o fim de ano, o Faixa Azul Reserva Edição Especial, cuja maturação de 18 meses garante sabor mais acentuado e marcante ao queijo e que foi desenvolvido para agradar aos paladares mais exigentes e aos apreciadores da alta gastronomia; e o Faixa Azul Edição Especial, aguardado todos os anos, sendo uma versão miniatura, modelado em uma forma de 2.5 quilos (o convencional da marca pesa 7.5 quilos), e embalado em uma lata comemorativa para remeter à tradição e ao bom gosto da Faixa Azul.


Em 2013 a marca fortaleceu ainda mais sua posição no mercado com lançamento de novos produtos e uma nova campanha de marketing, cujo conceito era “A espera é uma arte”, que chamava a atenção para o principal diferencial do produto: o processo de, pelo menos, 12 meses de maturação. A campanha nasceu da essência do produto e da marca, que acredita que, para ser o primeiro, não se pode correr ou ter pressa. Além disso, uma parceria com o chef Olivier Anquier tinha o objetivo de mostrar o lado gourmet da marca e divulgar novas opções de consumo com a reconhecida qualidade do parmesão Faixa Azul. Já os novos lançamento contaram com o Faixa Azul Ralado Grosso (ideal para usar em receitas gratinadas e dar um toque especial aos pratos), o Fondue Faixa Azul pré-pronto (uma receita inédita que leva parmesão no preparo, além de queijo emmental) e a linha de cremes premium com as opções Parmesão, Emmental e Brie.


Em 2014, a Faixa Azul apresentou uma nova identidade visual para suas embalagens, cujo objetivo era traduzir os valores e a qualidade da marca em uma linha com grande tradição no mercado. O resultado: embalagens com visual moderno, atrativo e arrojado, com o personagem inspirado em Vito Antonino D’April, lendário mestre queijeiro da marca, pintando a tradicional faixa azul. Durante décadas a imagem da marca Faixa Azul ficou mais atrelada ao queijo parmesão. Mas isto começou a mudar em 2015, quando a marca resolveu expandir sua linha com o lançamento de outros tipos de queijos, como gouda, gruyère, emmental, brie, camembert e blue cheese (sendo os três últimos importados em uma parceria com a dinamarquesa Arla Foods), todos seguindo a tradição e alta qualidade de seu principal produto.


Hoje em dia, a produção do Faixa Azul continua sendo feita de modo artesanal, na cidade mineira de São Gonçalo do Sapucaí, onde tudo começou há mais de sete décadas. Os queijos são virados um a um, todos os dias, para que a maturação ocorra de maneira uniforme. A casca do queijo também recebe um tratamento especial com óleo de urucum. Já a faixa azul é pintada no queijo somente quando ele está pronto para o consumo. O resultado desse processo é um produto com características específicas como consistência dura, superfície granulosa, odor suave para forte e sabor mais marcante e persistente, mais adocicado e ácido que a média dos queijos ralados do mercado.


Em 2017, a marca Faixa Azul conquistou o reconhecimento internacional. Isto porque, seu famoso parmesão com 12 meses de maturação, muito admirado pelos brasileiros, ganhou medalha de ouro durante a maior premiação de queijos do mundo: o World Cheese Awards. O título foi entregue durante o Festival Internacional de Queijos de San Sebastián, na Espanha. Além do ouro, Faixa Azul também ganhou medalha de bronze, que foi concedida ao Parmesão Reserva 18 meses de maturação. A conquista deste importante reconhecimento internacional colocou a marca brasileira no mais seleto e restrito grupo dos melhores queijos do mundo. Além disso, com a compra da Vigor pelo Grupo Lala, a marca Faixa Azul passou a fazer parte do portfólio da empresa mexicana.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos. Em 2014 a marca apresentou um novo logotipo, cujo design da tradicional faixa azul foi modernizado, ganhando uma leve inclinação e adotando uma nova tipografia de letra.


Os slogans 
A espera é uma arte. (2013) 
Faixa Azul. A marca dos melhores queijos.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1940 
● Criador: Vito Antonio D’April 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Vigor Alimentos S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Gilberto Xandó 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Laticínios 
● Principais produtos: Queijos 
● Concorrentes diretos: Tirolez, Polenghi, Scala, Quatá, Blakis, La Serenissima, Philadelphia Cream Cheese e Président 
● Ícones: A faixa azul 
● Slogan: A espera é uma arte. 
● Website: www.faixaazul.com.br 

A marca no Brasil 
A marca Faixa Azul está presente em boa parte do mercado brasileiro, com forte presença na região sul e sudeste, oferecendo uma completa linha de queijos especiais (mais de 10 produtos), além é claro do seu tradicional parmesão (disponível nas versões corte fatia, corte cilíndrico, forma, ralado tradicional, ralado grosso e light). 

Você sabia? 
Os queijos de faixa azul eram assim marcados, pela sua qualidade e para identificar - facilmente - pois naquele tempo (há séculos atrás) nem todos sabiam ler o tipo de queijo. A faixa azul era reservada para o queijo parmesão de boa qualidade, pois algumas fábricas diferenciavam assim o seu Parmegianno do “queijo tipo parmesão”, baseado nos mesmos princípios, mas de menor qualidade. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão, Folha e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 19/4/2018

10.4.18

MINI BABYBEL®


O redondinho vermelho inconfundível torna a hora do lanche uma verdadeira diversão. Feito com leite pasteurizado e rico em proteínas e cálcio, o queijo Mini Babybel® é a companhia perfeita para acompanhar deliciosos sanduíches e snacks. Os ingredientes para o seu sucesso incluem uma receita simples e saudável, com 98% de leite, um sabor único e um gosto pela inovação, que conquistou milhões de gulosos pelo mundo afora. 

A história 
Para contar a história da marca Mini Babybel® é preciso voltar ao ano de 1865 quando Jules Bel fundou uma pequena empresa produtora de queijos em Orgelet na região francesa de Jura. Mas foi somente em 1921 que a empresa inovou ao criar o primeiro queijo processado em porção individual (com seu tradicional formato triangular), lançado no mercado com a marca que a tornaria uma das companhias líderes globais na venda de queijos, a “La Vache qui Rit”, ou em uma tradução simples para o português: “A Vaca Que Ri”. Outro fato histórico para a empresa aconteceu no ano de 1952 com o lançamento do Babybel® (em embalagem de 200 gramas), um queijo Tipo Saint Paulin de origem francesa e criado pelos monges Trapistas. Este queijo é fabricado com leite pasteurizado e caracterizado por sua massa amarela, muito macia, untuosa e fechada, de sabor suave e sem acidez. Sua casca fina, amarelada, se forma com tratamento com água, salmoura e uma pequena dose de corante de urucum.


Mas este queijo faria sucesso realmente só em 1977, quando foi lançado no mercado francês o Mini Babybel®, a versão reduzida (embalagem de 20 gramas) do tradicional queijo, feito com 98% de leite, sem corantes ou conservantes e naturalmente ricos em cálcio e proteínas. Mini Babybel® trouxe ao consumidor francês uma nova e inédita delícia, oferecendo o sabor único do Babybel® envolto em pequenas conchas individuais redondas feitas de cera (parafina) vermelha, para manter seu frescor. Prático, delicioso e em sintonia às novas tendências de consumo, o novo produto fez sucesso imediato, especialmente entre as crianças no lanche escolar. Isto porque, o queijo foi lançado para facilitar a vida, e por isso era tão conveniente. Afinal, as porções individuais do delicioso queijo não requeriam talheres e davam independência às crianças ao desembrulhar e comer. Além de ser prático no lanche escolar, era ideal para levar na bolsa e o tamanho exato para aquele lanchinho fora de hora.


Já o crescimento internacional da marca começou em 1979, quando Mini Babybel® cruzou o Atlântico para ser lançado na costa americana, seguido de sua entrada em novos mercados na Europa (no Reino Unido, um de seus mais importantes mercados, foi lançado em 1981), Ásia e África. Então começou a deliciosa história do Mini Babybel® e seus fervorosos fãs nos cinco continentes. No mercado americano, desde seu lançamento, a marca se estabeleceu como um lanche saudável e divertido para ser consumido em qualquer lugar - o que o tornou particularmente adequado aos hábitos alimentares americanos. O Mini Babybel® também ficou conhecido por sua embalagem, consistindo de uma bolsa de rede em que cada pedaço de queijo é envolto em cera, com um invólucro de celofane externo. A primeira variação do produto foi o Mini Babybel® Light (embalagem azul-clara), um queijo com menos gordura e calorias que o original, introduzido na década de 1990.


A partir de 1998 outras variações do tradicional queijo foram lançadas no mercado como Mini Babybel® Cheddar (embalagem roxa, lançado em 2000), Mini Babybel® Gouda (embalagem laranja), Mini Babybel® Emmental (embalagem amarela), Mini Babybel® Goat (queijo de cabra), Mini Babybel® White Cheddar (embalagem creme ou preta, lançado em 2011), Mini Babybel® Sharp Original (embalagem vermelho-escuro) e Mini Babybel® Mozzarella (embalagem verde), este último introduzido em 2012. A marca também lançou novos produtos, como por exemplo, o Babybel® Maxi, com embalagem de 200 gramas ou 380 gramas; o Chesse and Crackers, uma prática embalagem com um dos seus pequenos queijos juntamente com um pacote de bolachas crackers; e o Mini-Roulés, o tradicional queijo em um novo formato, enrolado em tiras.


Além das variações, a marca também passou a oferecer aos consumidores edições limitadas (incluindo uma com vários sabores diferentes) e embalagens especiais em datas comemorativas, como por exemplo, o Dia das Bruxas, oferecendo assim a mesma alta qualidade e senso de diversão saudável que fizeram do Mini Babybel® um enorme sucesso. Mais recentemente, em 2016, para atender a alta demanda do mercado americano, a empresa inaugurou uma nova fábrica em Brookings, no estado da Dakota do Sul, cuja capacidade de produção é superior a 1.5 milhões de unidades por dia. A grande novidade recente da marca é o Mini Babybel® Bio, produzido a partir de leite 100% biológico.


Além de nutricionalmente ricos, estes queijinhos são também inovadores do ponto de vista da utilização, pois possuem uma forma ideal para transportar e consumir em qualquer local ou a qualquer hora: na escola, na praia, em festas ou em passeios de família. Já na gastronomia, o Mini Babybel® é ideal para ser consumido com vinho branco suave e com espumantes. Como aperitivo, lanche ou até servido com legumes ou uma salada de folhas para o almoço ou jantar, essas delícias encontraram o seu lugar em todos os paladares.


Uma campanha criativa 
Recentemente em Portugal, a marca lançou a campanha Esquadrão Queijinho, onde super-heróis animados (em formatos dos tradicionais queijinhos) tinham como principal missão salvar mães e filhos das tentações menos saudáveis na hora de escolher um snack ou preparar o lanche para a escola. O esquadrão composto por Super Queijinho, Super Geek, Super Artista, O Capitão Palhaço, Miss Zen e Miss Aventura, mostra que Mini Babybel® é saudável, nutritivo e conveniente. O mote da campanha era “Salva o Dia com Babybel”.


A polêmica 
Em 2012, a tradicional marca se envolveu em uma enorme polêmica na França. Isto porque a marca sofreu a ira dos consumidores franceses devido a uma promoção dirigida ao público infantil que foi considerada apelativa e ofensiva para com as pessoas com dificuldade de aprendizagem. O queijo famoso, redondo, com embalagem vermelha e comum em lanches escolares na Europa, estava dando carimbos de tinta para a criançada na França no verão. Um deles dizia: “Des vacances de malade mental”, uma expressão que em linguagem figurada significa “tenha férias mentais”, mas em linguagem literal diz “tenha férias como um doente mental”. Associações francesas de pais de crianças com dificuldades de aprendizagem imediatamente expressaram sua indignação e ameaçaram um boicote à marca e todos os seus produtos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Inicialmente representado pela icônica embalagem do produto (redonda e vermelha), o logotipo passou por duas remodelações (1990 e 2003), ganhando novas tipografias de letras e design. Em 2014, a atual identidade visual da marca foi apresentada, representada pela embalagem do produto em uma versão totalmente modernizada.


Os slogans 
Snack a little bigger. (2013) 
Unwrap Your Inner Child. 
Real cheese, only smaller. (2008) 
Real cheese, worth chasing. (2007)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Lançamento: 1952 (Babybel®) e 1977 (Mini Babybel®) 
● Criador: Fromageries Bel S.A. 
● Sede mundial: Suresnes, França 
● Proprietário da marca: Fromageries Bel S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Antoine Fiévet 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 76 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Queijos 
● Concorrentes diretos: Président, Saint Albray, Galbani e Polenghi 
● Ícones: A embalagem de cera vermelha 
● Slogan: Snack a little bigger. 

A marca no mundo 
Atualmente a Mini Babybel®, sexta maior marca do mercado mundial de queijos, é comercializada em 76 países e oferece diversas variedades. Aproximadamente 75% do consumo de Mini Babybel® é feito fora da França e por ano são devoradas mais de 1 bilhão de unidades do delicioso queijinho, extremamente popular nos Estados Unidos, Reino Unido e França. A marca pertence ao grupo francês Bel, também proprietário de outras famosas marcas de queijo como The Laughing Cow e Boursin. 

Você sabia? 
A tradicional embalagem do produto pode variar de país para país. Por exemplo, na Europa são 6 mini-queijos em cada embalagem. Já no Brasil são cinco unidades. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Newsweek, BusinessWeek, Forbes, Fortune e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 10/4/2018

2.4.18

POPEYES


Um pedaço da rica gastronomia da Louisiana em cada refeição. E de forma rápida. Assim são todos os itens oferecidos pelo cardápio da rede americana POPEYES, que oferece um toque especial de preparação ao estilo sulista americano. Por isso, a POPEYES distingue-se com um cardápio exclusivo de uma culinária exótica, com frango picante e camarão frito, entre outros itens regionais da cidade de Nova Orleans. 

A história 
Tudo começou no dia 12 de junho de 1972 quando Alvin Charles “Al” Copeland (foto abaixo) inaugurou o restaurante Chicken on the Run no subúrbio de Arabi, na cidade de Nova Orleans, Louisiana, estado conhecido por sua exuberante culinária recheada de temperos. Inicialmente o pequeno estabelecimento vendia o tradicional frango frito do sul, com costa crocante e carne suculenta. Após alguns meses de desempenho fraco, ele reabriu o restaurante com o nome de POPEYES MIGHTY GOOD FRIED CHICKEN, servindo desta vez o tradicional frango frito picante ao estilo de Nova Orleans. Apesar de muitos acharem que o nome foi em homenagem ao famoso Marinheiro Popeye, aquele mesmo comedor de espinafre, a verdade é que foi inspirado no detetive Jimmy “Popeye” Doyle do filme “The French Connection” (“Operação França”). O slogan original do novo restaurante era “So fast, you get your chicken before you get your change” (algo como “Tão rápido, que você pega seu frango antes de conseguir o seu troco”). Aos pouco, o estabelecimento começou a ficar popular em virtude da qualidade de suas comidas.


Em 1976, como uma oportunidade de crescimento, a empresa inaugurou sua primeira loja franqueada, na cidade de Baton Rouge, também no estado de Louisiana. A rede começou a se tornar popular em 1980 com o lançamento da campanha “Love That Chicken from Popeyes” (algo como “Ame aquele frango da Popeyes”). Em 1983 a rede introduziu o que seria um dos itens mais populares do cardápio: Buttermilk Biscuits (deliciosos biscoitos de leite coalhado). No ano seguinte a POPEYES iniciou sua escalada internacional ao inaugurar uma loja na cidade de Toronto no Canadá. O crescimento da rede era tão forte, que em 1985, a empresa inaugurou sua loja de número 500 em Landover, estado de Maryland, colocando assim a marca em pé de igualdade com os grandes concorrentes nacionais. Com isso, POPEYES se tornou a rede de fast food especializada em frango número três do mercado americano, baseada no número de unidades. No final desta década, a rede introduziu em seu cardápio, inicialmente em edição limitada, a lagosta. Além disso, a empresa adquiriu em 1989 a Church’s Chicken, então a segunda maior rede baseada em frango frito do mercado americano.


Pouco depois, em 1991, a POPEYES ampliou sua presença internacional com a inauguração de um restaurante na cidade de Kuala Lumpur, na Malásia. O rumo da empresa começou a mudar no mês de outubro de 1992, quando a recém-constituída America’s Favorite Chicken Company comprou a POPEYES e a Church’s Chicken, ambas focadas em frango frito. No ano seguinte a rede ingressou em uma nova era quando o design de seus restaurantes começou a ser modernizado. Em 1996, a rede inaugurou sua milésima loja na cidade de Atlanta, no estado da Geórgia. No final desta década, em 1999, já com vasta presença em boa parte do território americano, a POPEYES ultrapassou pela primeira vez o faturamento de US$ 1 bilhão. Pouco depois, em 2001, a rede se tornou a segunda maior do mercado americano em seu segmento (em número de unidades).


Em 2008, a marca se reinventou como Popeyes Louisiana Kitchen, com base em suas raízes de longa data na culinária caseira inspirada no estado da Louisiana. Isso incluía um novo logotipo, novos produtos diferenciados e uma nova campanha publicitária divulgando o slogan “Louisiana Fast”. Surgiu então o BONAFIDE® CHICKEN, pedaços de frango marinados em temperos picantes, depois fatiados e empanados em um exclusivo revestimento crocante típico da região de Louisiana.


Em 2009 a POPEYES se tornou ainda mais popular com o lançamento de uma campanha publicitária onde apresentou ao público a carismática porta-voz “Annie the Chicken Queen”, uma fictícia chef afro-americana com um doce e hospitaleiro sotaque da Louisiana, interpretada pela atriz Deidrie Henry. No ano seguinte, a personagem vem à televisão para comunicar que o frango BONAFIDE® da POPEYES bateu o KFC® Original Recipe® em um teste nacional. Pouco depois, em 2011, a rede inaugurou seu restaurante de número 2.000 na cidade de Memphis, estado do Tennessee. Além disso, lançou edições limitadas de seu famoso frango frito. Em 2014 lançou o Beer Can Chicken, peito de frango parcialmente cortado em tiras e marinado em alho, alecrim, pimenta e casca de limão, antes de ser empanado e frito.


Em março de 2017 a Restaurant Brands International adquiriu por US$ 1.8 bilhões a rede POPEYES. No início de 2018 a rede anunciou seu ingresso no mercado brasileiro, com a inauguração de uma loja em breve. A rede acredita que a tradição da cultura da cozinha da Louisiana, que incorpora a paixão pela comida combinando ingredientes de alta qualidade, frescos e de sabor marcante, será muito bem recebida em todo o país, trazendo aos brasileiros pratos de alta qualidade e sabor, feitos sem pressa, mas servidos com rapidez.


O cardápio 
A rede POPEYES se diferencia por um exclusivo cardápio ao estilo de Nova Orleans, que é a região de culinária mais rica dos Estados Unidos, com frango temperado picante, camarões fritos (marinados em ervas da Louisiana e empanados com uma receita exclusiva) e outros itens regionais, como sanduíches, saladas, acompanhamentos com temperos cajun e creole (típicos da Louisiana) e deliciosas sobremesas. Além de seu frango frito empanado, um de seus carros-chefe é o sanduíche CHICKEN PO’BOY (dois tenros pedaços de frango empanado em uma baguete francesa, com alface, picles e maionese). A rede também serve pratos familiares com 8, 12 ou 16 pedaços de frango, complementos e deliciosos biscoitos quentes. O tradicional frango frito da POPEYES é fresco e não congelado - e passa mais de 12 horas marinando na loja antes de ser empanado.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Originalmente vermelho, o logotipo passou por uma discreta atualização alguns anos depois. Em 1993 foi apresentada uma identidade visual mais colorida e complexa. Finalmente em 2008 adotou novas cores, novo design e uma nova tipografia de letra. Além disso, apresentou um novo posicionamento da marca que passou de Popeyes Chicken & Biscuits para Popeyes Louisiana Kitchen.


Nas fachadas de suas lojas o logotipo pode ser aplicado na versão abaixo.


Os slogans 
Louisiana fast. (2008) 
Love That Chicken from Popeyes. (1980) 
So fast, you get your chicken before you get your change. (1972)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 12 de junho de 1972 
● Fundador: Alvin Charles “Al” Copeland 
● Sede mundial: Dunwoody, Geórgia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Popeyes Louisiana Kitchen Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Restaurant Brands International Inc.) 
● Presidente: Alexandre de Jesus Santoro 
● Faturamento: US$ 1.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 2.800 
● Presença global: 25 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Alimentação rápida 
● Principais produtos: Frangos fritos, sanduíches, saladas e frutos do mar 
● Concorrentes diretos: KFC, Church’s Chicken, Chick-Fil-A, Nando’s, Pollo Campero, Chester’s, El Pollo Loco, Subway e McDonald’s 
● Ícones: Bonafide® Chicken 
● Slogan: Louisiana fast. 
● Website: www.popeyes.com 

A marca no mundo 
Atualmente a POPEYES opera mais de 2.800 lojas em mais de 25 países ao redor do mundo, sendo a segunda maior rede de alimentação rápida focada em frango no planeta, atrás apenas do KFC. Pertencente a Restaurant Brands International Inc., também proprietária do Burger King e da canadense Tim Hortons, a POPEYES fatura mais de US$ 1.5 bilhões anualmente. 

Você sabia? 
Até 2006, a marca detinha os direitos de usar a imagem do Marinheiro Popeye em suas campanhas publicitárias. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Newsweek, BusinessWeek, Forbes, Fortune, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/4/2018